Uma teoria sem base. Quando a ciência atingir um patamar satisfatório em seus esforços de prolongar a existência humana, o foco majoritário das pesquisas será um novo conceito de qualidade de vida, a otimização das experiências pessoais prazerosas. No que diz respeito aos relacionamentos, essa será a era das redes sociais altamente desenvolvidas. A ideia de unir pessoas unicamente a partir de gostos e atividades em comum (filmes, músicas, fotografar) utlizadas por Facebook e Orkut, por exemplo, será superada. As novas redes sociais trabalharão com base em análises complexas da psicologia de cada um de seus usuários e formas sofisticadas de cruzar essas informações a fim de sugerir com precisão amizades e relacionamentos amorosos em um grau muito avançado de afinidade entre os envolvidos. Assim, o indivíduo, que já poderá viver bem por 150 anos, será também mais feliz, pois fará um esforço menor para sustentar relacionamentos incompletos ou superar traumas causados por pessoas que nem deveria ter conhecido. Na foto, Fábio, o homem mais indecente do mundo.